A CCAB marcou presença no 15º Congresso Brasileiro do Algodão, realizado de 22 a 24 de setembro, no Expominas, em Belo Horizonte. A participação no evento abriu as celebrações dos 20 anos da empresa.
O estande da CCAB foi pensado como uma extensão da casa do produtor, com o conforto e a hospitalidade de quem recebe bem. Um dos destaques foi o quadro “Nossas Raízes”, homenagem aos agricultores fundadores, com imagens dos pioneiros que idealizaram a criação da empresa. O espaço reuniu ainda a linha do tempo da CCAB e os principais números da companhia.
Os homenageados foram: Milton Garbugio, José Carlos Dolphine, Alexandre Bottan, Gilson Pinesso, Neri Chiarello, Marcio Portocarrero, Roberto Rodrigues, Gustavo Piccoli, Dangelo Maschio, Celito Missio, Marcelino Kuhnen, Marcelo Kappes, Celestino Zanella, Jassiel Marques da Silva.
O café servido pela Cooxupé, acompanhado de quitutes mineiros como queijo canastra, doce de leite na palha e goiabada cascão, recebeu cotonicultores e parceiros ao longo dos três dias de congresso. O resultado apareceu no movimento do estande, sempre cheio de produtores que passaram para prestigiar a CCAB.
A história da CCAB começou em 2006, quando um grupo de produtores do Cerrado brasileiro se uniu para registrar e oferecer produtos agroquímicos de qualidade a um custo mais acessível. Em 2009, a empresa conquistou seu primeiro registro próprio. Em 2016, formou uma aliança com o grupo francês InVivo, movimento que reuniu, de um lado, 22 cooperativas brasileiras acionistas e, de outro, 192 cooperativas francesas. Em 2018, passou a atender também distribuidores não associados, ampliando o alcance de sua atuação pelo país.
Hoje, a CCAB está presente em 18 estados e opera oito centros de distribuição, estrutura que amplia sua capacidade de atendimento nas principais regiões agrícolas do país. O portfólio reúne mais de 60 produtos registrados, entre herbicidas, fungicidas e inseticidas para culturas estratégicas, e segue em expansão, com a projeção de alcançar 100 produtos registrados até 2030.
Para o CEO Eric Seban, a lógica que orienta a empresa desde a fundação continua sendo a mesma: “Quando você tem um acionista que é produtor, entregar na hora certa não é negociável.”
De agricultor para agricultor.
